sexta-feira, 17 de maio de 2013

O desvio pertinaz (?) da sã doutrina!



O desespero de alguns tradicionalistas que desejam manter-se fiel aos anti-papas conciliares leva-os cada vez mais a propor soluções ridículas, patéticas e esdrúxulas para a crise, soluções estas que não passam de verdadeiros lixos teológicos cujo valor é nenhum!

Pois bem, escreveu  Dom Lourenço Fleichman:

"(...) Ora, esta explicação existe (para a crise conciliar). Ela foi formulada pela primeira vez, que eu saiba, por Gustavo Corção, em 1976 e mesmo antes, em 1974. Corção mostrava que no cisma do Ocidente, no séc. XIV, os católicos se encontravam diante de uma única Igreja mas tendo dois papas, sem saber qual o verdadeiro. Hoje, ao contrário, estamos diante de um só papa (sic), uma só hierarquia (sic), mas que governa duas igrejas: a verdadeira Igreja Católica e A Outra". 

Ora, uma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo: se é papa da "outra" não pode ser papa da Igreja Católica Apostólica Romana. Tais pessoas destroem qualquer noção do que seja o papado. Ou eles (estes tipos de tradicionalistas) verdadeiramente não sabem o que é o papado, e isso há 40 anos estudando, ou eles verdadeiramente são cegos, tão cegos quanto os conservadores que, por exemplo, aceitam o Vaticano II e a Pascendi. 

Fazem-se de ceguetas para não enxergarem o óbvio ou só para enxergarem aquilo que desejam. 

Não dá mesmo! Imaginem vocês: um papa da Igreja Católica Apostólica Romana ser ao mesmo tempo papa da igreja luciferina! Mas o que se faz da sã teologia? Existem papas, dezenas de santos doutores e centenas de teólogos em dois mil anos de Igreja falando que a heresia manifesta é uma forma de renúncia tácita ao papado, isso em se considerando que estes pérfidos tenham sido verdadeiramente eleitos. 

Igualmente, existem dez mil textos conciliares, magisteriais e teológicos falando que o papado é blindado pelo Espírito Santo em seu dia a dia, daí ser impossível um papa promulgar erros graves que desviam os fiéis ao abismo, textos que afirmam, por exemplo, a infalibilidade da missa quando promulgada por um papa legítimo. Ora, se os conciliares são papas legítimos então a missa nova é boa e deve ser aceita, e quem a rejeita está excomungado, de acordo com o Concílio de Trento. 

Não tem para onde correr, nenhum católico pode rejeitar uma missa promulgada por um papa legítimo e se os papas conciliares "são e não são" logo quando eles promulgam missas, concílios, códigos, encíclicas eles tem o Espírito Santo, quer estes tradicionalistas queiram, quer eles não queiram. 

Ah, mas quando Paulo VI promulgou a missa nova ele o fez para a igreja luciferina, e não para a Igreja Católica...ora, mas então quando ele agiu como papa da Igreja Católica? Porque se ele é papa das duas, quais foram os momentos em que ele agiu como papa da verdadeira Igreja? É ridículo isso! 

O pior é o "escrúpulo" (falso, piegas, por sinal) de desenvolver uma doutrina para não "cair na tentação do sedevacantismo". Chega-se a escrever: 


"(...) Dom Basile achou que a existência real da Outra conduziria ao sede-vacantismo, isso porque ele não quis raciocinar na possibilidade de haver um só papa para duas igrejas, pois não encontrava nada sobre isso nos manuais de teologia ou nos exemplos da história da Igreja (lógico)". 

Tu o dissestes, Dom Lourenço, tu o dissestes...pergunto-te: mas então o que se encontra nos manuais de teologia? Se a doutrina heretizante de Dom Lourenço não se encontra nos manuais, como ele mesmo confessa inacreditavelmente, o que se encontra neles? O que ensinaram todos os papas e santos doutores que abordaram a questão? O que ensinam os papas Inocêncio III e Paulo IV, entre outros? 

Dom Lourenço ainda repete o velho lenga-lenga que o "papa" atual só pode ser julgado por um papa do futuro, logo, eles são papas e ponto final. Não, ele não lê os sedevacantistas! Faz anos que estamos refutando esta bobagem, mas ele não nos refuta e fica repetindo a mesma coisa por anos e anos. 

Ora, pelos efeitos reconhecemos a causa. Pelos efeitos catastróficos oriundos a partir de Paulo VI sabemos que quem está lá não pode ser papa. É possível demonstrar que estes tais não são papas, porque pelos efeitos chegamos a causa, que é a ausência de um papa para governar a Igreja. Daí este desgoverno!

Assim como pelos efeitos demonstramos que Deus existe, e que ele é Causa das Causas, assim também pelos efeitos conciliares demonstramos que o papa não existe atualmente (desde pelo menos o Vaticano II), e que este fato é a causa da tragédia atual. 

Mas nãããããããããããããaõooooooooooooooooo!!!!! Dom Lourenço vai rasgar os manuais de teologia, como ele mesmo vergonhosamente admite, para criar sua doutrina: tenho papa, um papa de vitrine, papa da Igreja de Cristo e da igreja de Lúcifer, mas esta é a minha doutrina, do meu manual de teologia, e eu repito isso sem ficar vermelho, por mais que aquilo que eu repita ad infinitum demonstre o tamanho da minha estultície. 

Certamente Deus lhe cobrará por inventar doutrina, por recusar o ensinamento bi-milenar da Igreja e por destruir, junto com os modernistas, a noção exata do papado, que consta nos manuais teológicos que este homem não aceita. 

Vade Retro! 


SANDRO PELEGRINETI DE PONTES

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ambiguidades condenadas sem nenhuma ambiguidade




Amigos, salve Maria.

Kasper reconheceu o óbvio, a saber, que o Vaticano II foi ambíguo para favorecer interpretações esdrúxulas:

“Em muitos lugares, [os Padres Conciliares] tiveram que encontrar fórmulas de concessões, em que, freqüentemente, as posições da maioria estão localizadas imediatamente próximas àquelas da minoria, projetadas para limitá-las. Assim, os textos conciliares em si têm um enorme potencial de conflito, sendo uma porta aberta à recepção seletiva em uma ou outra direção” (Cardeal Walter Kasper, L’Osservatore Romano, 12 de abril de 2013).


Pois bem, sem nos alongarmos, apenas colocamos aqui o ensinamento da Igreja, que condena as ambiguidades justamente pelo fato delas possibilitarem várias interpretações, sendo este um meio comum utilizado pelos hereges que procuravam introduzir erros sob aparência de verdade através. Vejamos as palavras do Papa Pio VI condenando o Sínodo de Pistoia:

"Eles [os Papas nossos predecessores, os Bispos, e certos Concílios Gerais] conheciam bem a arte maliciosa própria dos inovadores, os quais, temendo ofender os ouvidos dos católicos, se esforçam por encobrir sob fraudulentos jogos de palavras os laços das suas astúcias, afim de que o erro, escondido entre sentido e sentido (São Leão Magno., Carta 129 da edição Baller), se insinue mais facilmente nos espíritos e aconteça que — alterada a verdade da sentença por meio de um curtíssimo acréscimo ou variante — o testemunho que devia dar a salvação, em conseqüência de uma sutil modificação, conduza à morte. 
Se esta indesejável e falaz maneira de dissertar é viciosa em qualquer manifestação oratória, de nenhum modo deve ser praticado num Sínodo, cujo primeiro mérito deve consistir no adotar no ensino uma expressão de tal modo clara e límpida que não deixe espaço ao perigo de controvérsias. Porém, se no falar se engana, não se pode admitir aquela subdola defesa que se costuma aduzir e pela qual, quando tenha sido dita alguma expressão dura demais, se se encontra a mesma explicada mais claramente em outra passagem, ou ainda corrigida, como se esta desenfreada licença de afirmar e de negar a bel prazer, que sempre foi uma fraudulenta astúcia dos inovadores como cobertura do erro, não tivesse que valer antes para denunciar o erro mais do que para justificá-lo: como se às pessoas particularmente despreparadas a afrontar casualmente esta ou aquela parte de um Sínodo exposto a todos em língua vulgar estivessem sempre presentes as outras passagens a contrapor, e que ao confrontá-las cada um dispusesse de tal preparo a reconduzi-las sozinho, a tal ponto de evitar qualquer perigo de engano que eles difundem erroneamente. 
É danosíssima esta habilidade de insinuar o erro que Nosso Predecessor Celestino (São Celestino, Carta 13, n. 2, in Coust) descobriu nas cartas do Bispo Nestório de Constantinopla e condenou com duríssimo apelo. O impostor, descoberto, repreendido e alcançado por tais cartas, com o seu incoerente multilóquio envolvia o verdadeiro com o obscuro e, confundindo de novo uma coisa com outra, confessava aquilo que havia negado ou se esforçava em negar aquilo que tinha confessado.

Contra tais insídias, apesar de tudo renovadas em toda época, não foi colocada obra melhor em ação do que aquela de expor as sentenças que sob o véu da ambigüidade envolvem uma perigosa discrepância de sentidos, assinalando o perverso significado sob o qual se acha o erro que a Doutrina Católica condena” (Pio VI, Bula Auctorem Fidei, de 29 de Agosto de 1794. Os destaques são nossos).

Esta condenação de Pio VI  condena o Vaticano II, que além de ambíguo foi propriamente heretizante ou até herético. Vale notar que esta mesma condenação de Pio VI foi repetida por São Pio X na Pascendi. . 

Abraços a todos,

Sandro de Pontes

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Anti-crisma


Amigos, salve Maria. 

Vejam que coisa mais impressionante neste vídeo onde Bergoglio "administra" o crisma: como sabemos, tradicionalmente no ato sacramental o crismando recebe um tapa no rosto para demonstrar que está pronto a sofrer tudo por Cristo:

https://www.youtube.com/watch?v=72FgkMPVpBM

Constatem que aqui o crismando recebe um beijo e um abraço de Bergoglio, prova incontestável que este Francisco rejeita o simbolismo do crisma e consequentemente toda a sua teologia, porque quem rejeita o simbolo rejeita o que dele deriva ou o antecede.

Abraços, 

Sandro

domingo, 14 de abril de 2013

Entrevista com Senhor Arai Daniele - Parte 02



Amigos, salve Maria. 

Após gravarmos uma entrevista com o senhor Araí Daniele onde ele tratou de vários assuntos, colocamos a segunda parte onde fala sobre o patriarcado (?) ucraniano, formado por quatro bispos (?) e vários padres que em 2011 declararam a sede vacante e que começam a influenciar o Oriente sobre o desvio da Roma Conciliar. Nos países circunvizinhos inúmeros prelados já ameaçam fazer o mesmo e seguir o caminho inicialmente traçado pelos ucranianos.

Vale muito a pena ser ouvido, pois o senhor Arai faz um apanhado geral do tema, desde a conversão daquele país por volta do ano 1000 até os dias atuais. Uma bela história da nossa Igreja, certamente. Eis o link: 



Abraços a todos, 

Sandro de Pontes

terça-feira, 9 de abril de 2013

Entrevista com Senhor Araí Daniele - Parte 01




Amigos, salve Maria. 

O Senhor Araí Daniele é uma das pessoas mais importantes em todo o mundo no que se refere a resistência católica tradicional. 

Hoje na terceira idade, acompanhou todo o desmoronamento da Igreja desde o Vaticano II até os dias atuais. Nas décadas passadas trabalhou de forma incansável pelo resgate da verdadeira doutrina ao lado de Dom Marcel Lefebvre e principalmente de Dom Castro Mayer, com quem teve íntima convivência. 

Durante estes anos de incansável batalha (onde a maior fonte de graça é o rosário nas mãos) desenvolveu dois tipos de conhecimentos: 

a) o primeiro, relacionado a doutrina católica, e  

b) o segundo, relacionado a tudo o que viu, ouviu, conversou e participou em todo este período, principalmente nos idos de 1970 e 80. Tudo isso é parte, porque não dizer, do "patrimônio" católico relacionado a grande resistência à demolição conciliar. 

Não poderíamos permitir que este patrimônio vivo se perdesse por falta dos devidos registros. Ao contrário, estas histórias devem ser preservadas, e por dois motivos: 

a) para que a atual geração saiba o que aconteceu no passado, porque conhecer a história também nos faz fortes, além do conhecimento da doutrina; 

b) para que, até mesmo quem sabe um dia, futuros historiadores possam contar tudo o que passamos nestas décadas de apostasia da fé católica por parte dos prelados (embora eu creia realmente que estamos caminhando para o fim dos tempos, de acordo com os sinais, que podem ser bem interpretados ou não por nós);

Nesta primeira parte da entrevista Senhor Araí fala sobre uma série de assuntos da enorme relevância. Além da posição sedevacantista trata com maestria sobre sua amizade com Dom Castro Mayer e a instigante questão do seu sedevacantismo (ou não), Dr. Arnaldo Xavier e o famoso livro que norteou a resistência no mundo todo, a ação da TFP no passado, professor Orlando Fedeli, o antipapa Francisco e o patriarcado (?) ucraniano sedevacantista que se levanta com grande número de bispos e padres, e que já começa a ter grande repercussão no Oriente, entre outros temas relacionados a crise atual da Igreja. 

Informações muito interessantes deste homem que, por que não dizer, é como que uma "lenda-viva" ainda sobrevivente da turma de incansáveis batalhadores como os prelados já citados acima e outras pessoas  citadas durante a entrevista. 

Enfim: mais do que uma simples entrevista onde se diz mais do mesmo, um registro histórico do heróico movimento de resistência tradicionalista iniciado no pós-concílio e que dura até os dias de hoje, onde todos nós já sabemos por antecipação que seremos vitoriosos. 



Sandro de Pontes

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O Carmelo na Alemanha e a FSSPX




Amigos, salve Maria. 

Coloco abaixo o texto que conta a história do rompimento do Carmelo de São José com a FSSPX. 

As informações demonstram aquilo que todos nós já sabemos, mas que antes não víamos com tanta clareza: a FSSPX é uma seita de quinta categoria, capaz de deixar "no chinelo" qualquer igrejola protestante a la "congregação cristã no Brasil", por exemplo. 

Para conseguir os seus objetivos seus padres e superiores são capazes de vender a alma ao diabo, ou mais propriamente, cortar até o abastecimento de alimentos para que as freiras passassem por dificuldades. Não é a toa que agora as missas destes padres aqui no Brasil via de regra são assistidas por pessoas que aceitam o Vaticano II, a missa nova e que enxergam em Bento XVI um homem de "restauração". 

Mas Deus irá castigá-los, não temos dúvidas nem temor em anunciar esta grande verdade!

Sandro de Pontes




Uma breve apresentação dos acontecimentos da Primavera de 2013.






O Carmelo de São José, em Brilon-Wald existe desde 2 de Fevereiro de 1984. Foi fundado a partir do Carmelo de Quievrain que em si foi fundado pela irmã biológica de Archhbishop Marcel Lefebvre. No momento o Carmelo é composto por seis irmãs professas e um noviciada e todas vivem em reclusão.


Autoridade Suprida

A fim de ser protegida do Modernismo da igreja "conciliar" que destrói a vida religiosa, o Carmelo de Brilon-Wald, como o Mosteiro mãe, confiou á Arcebispo Lefebvre e sua Fraternidade Sacerdotal São Pio X para o seu cuidado espiritual. Arcebispo Lefebvre exerceu uma "autoridade suprida" sobre este e outros Mosteiros nos quais ele era mais um "pai conselheiro e amigo do que uma autoridade jurídica", parafraseando o Superior Geral da Sociedade, Padre Franz Schmidberger em uma carta circular a todas as comunidades religiosas aliadas em 28 de Maio de 1991.


Após a morte de Lefebvre esta "suprida autoridade" foi inicialmente dada para Mons. Fellay e depois de sua eleição como Superior Geral da Sociedade, em 1994, Mons. De Galarreta. Ele exerce esse cargo no espírito de serviço, de acordo com o Pe. Schmidberger, não como membro da Sociedade de São Pio X, mas como um bispo católico, e cada congregação religiosa "foi absolutamente exonerada de acompanhá-lo ou não". "Nem ele, nem a Fraternidade tem a menor intenção de se aproveitar de qualquer forma das outras comunidades. É importante ver em suas ações sempre como uma ação extraordinária e não de jurisdição ordinária, até o dia em que a ordem divina retorne a Igreja de Deus." Isso é o que foi dito na carta do Superior Geral em 1991 .


Maneiras novas e estranhas e uma decisão necessária

Desde o ano de 2000, a Sociedade de São Pio X, liderada por seu Superior Geral Dom Fellay, traçou um novo caminho (que por sinal foi abertamente admitido pelo assistente Padre Niklaus Pfluger em uma reunião sacerdotal do Distrito Alemão em Stuttgart, em setembro de 2011), que era cada vez mais claro a direção á uma "regularização canônica", um "acordo canônico" com Roma conciliar. Isto acarretou uma grande agitação as Carmelitas de Brilon-Wald, uma vez que elas haviam confiado à Sociedade de São Pio X, a fim de ser protegida precisamente desta Roma conciliar. Será que elas devem ser entregues a eles agora por seus próprios protetores?

Os acontecimentos turbulentos especialmente dentro da própria Fraternidade a partir do Outono de 2011 em diante não ajudou a dissipar estas preocupações e tranquilizá-las. Em particular, o Carmelo olhou para o respectivo responsável Bispo de Galarreta. Inicialmente, ele parecia dar todos os motivos para ter esperança, uma vez que ele já havia falado claramente em suas "Reflexões", por ocasião de uma reunião dos superiores da Fraternidade em Albano em 7 de Outubro de 2011, depois novamente e mais claramente na carta conjunta com os Bispos Williamson e Tissier Mallerais para o Capítulo Geral da Fraternidade em Abril de 2012 contra um "acordo canônico".

Após o Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, no Verão de 2012, com as suas "Seis condições deploráveis" para uma "rendição honrosa"; após a exclusão de Mons. Williamson inicialmente do Capítulo Geral e depois da Fraternidade, sem que seus irmãos bispos viessem para ajudá-lo, particularmente após a palestra do bispo de Galarreta em Villepreux em Outubro de 2012, em que ele mudou de Saulo para Paulo, ou seja, de um adversário do acordo para o seu defensor; depois de todos esses acontecimentos nada restou de sua esperança inicial. Uma pessoa não pode ter qualquer confiança de ser protegida pelas autoridades da FSSPX do modernismo Romano conciliar.
Clareza final veio através da leitura do livro do Padre Michel Lelong sobre o "GREC" intitulado "Pour la reconciliação nécessaire", que expõe abertamente quanto tempo e com que quais métodos têm trabalhado dentro da Sociedade para uma união com Roma conciliar, ou seja, o quanto o "FSSPX" já foi infectada, minada e quão profundo o mal já estava enraizado.

No inverno de 2012/13 as Carmelitas de Brilon-Wald, portanto, chegaram à conclusão de que seria necessário finalizar as conexões com a FSSPX, a fim de permanecerem fiéis à fé Católica e não serem entregues a Roma conciliar. Quando em Março de 2013 havia a perspectiva de uma visita do Bispo do Galarreta [ao Carmelo Alemão], pois ele se encontrava na Alemanha na época, elas [Carmelitas] disseram a ele em 25 de Fevereiro sobre a decisão de que eles não mais valeriam de sua "autoridade suprida", e que portanto, sua visita não era mais necessária. Esta etapa veio após intensos estudos, meditação, oração e aconselhamento como era seu pleno direito, uma vez que, de acordo com a redação do Superior Geral a partir de 1991 as comunidades religiosas eram totalmente livre para contactar Bispo de Galarreta ou não.


Manobra para capturar uma fortaleza

O antigo Superior Geral e presente Superior Distrital da Alemanha, o Padre Franz Schmidberger, parecia ter esquecido completamente a sua carta anterior, de 1991. Para no mesmo dia, 25 de Fevereiro, quando ele mal havia recebido a mensagem do Bispo de Galarreta e antes que ele fosse capaz de pensar ou mesmo considerar - porque ele estava, como sempre, na casa de retiro da Fraternidade na pregação em Black Forest pregando um retiro - ele enviou imediatamente um fax para o [diretor] espiritual das Carmelitas em Brilon-Wald, em que ele ordenou que o mesmo deixasse o Mosteiro em três dias, pelo menos até 28 de Fevereiro ás 8:00 PM (interessante, exatamente no mesmo momento que Bento XVI abdicava) e para ir, por enquanto, para sua residência na Sede Distrital, em Stuttgart. Como justificativa, ele mencionou que as Carmelitas queriam separar-se por causa do "liberalismo alegado" na FSSPX e que elas se recusavam até em falar com o seu "superior eclesiástico" (ele provavelmente quis dizer Mons. De Galarreta). Ora, a "autoridade suprida" sem jurisdição própria de repente se transformou em "superior eclesiástico", mesmo com o Primeiro Assistente da FSSPX afirmando em uma recente entrevista com o pleno consentimento de ambos, -- tanto do Superior do Distrito Alemão como o da Superior Geral; que a "FSSPX" sofre de uma "irregularidade canônica". Clero irregulares certamente não podem ser "superiores eclesiásticos" ...

Devido o Capelão nem estar presente em Brilon-Wald durante os dias 25 - 28 de Fevereiro, ele já não poderia atender tal demanda. Quando regressou a situação já havia mudado. Em primeiro lugar, alguns sacerdotes bem-intencionados fizeram o que se poderia esperar do Superior Distrital, e convenceu as irmãs Carmelitas de tomarem um tempo antes de uma separação definitiva com a Fraternidade e tentar uma conversa com Mons. de Galarreta. Por isso a demora da decisão até a Páscoa, e uma visita do Bispo foi agendada para 20-23 de Março.Em segundo lugar, a irmã externa deixou o Carmelo no dia 28 de Fevereiro (uma irmã externa é uma Freira Carmelita que não vive fechada e que realiza, por exemplo deveres externos: compras corriqueiras). A Irmã externa de Brilon-Wald só recentemente professou solenemente seus três votos religiosos para o Carmelo St. Joseph, na Festa de São José 2012. Ela, no entanto, não queria saber nada sobre os acontecimentos na FSSPX e recusou-se a tomar nota de qualquer informação. Portanto, ela não estava de forma alguma pronta para seguir o rumo de sua Comunidade.

Sua Madre Superiora pediu-lhe para esperar até a Páscoa e ofereceu-lhe que se ela discordasse mais tarde da decisão, ela seria acomodada em outro Mosteiro Carmelita. Medidas adequadas já haviam sido tomadas e um Carmelo que aceitaria a irmã em tal caso também já havia sido encontrado. A externa no entanto, não quis esperar e insistiu em deixar o Mosteiro imediatamente. Para isso, ela entrou em contato com seu irmão biológico, que é sacerdote na Sede Distrital em Stuttgart e que veio imediatamente para levar sua irmã consigo.

Entre o retiro que terminou no 2 de Março e a Reunião Sacerdotal que começou em 4 de Março, o Superior do Distrito Alemão encontrou tempo para escrever uma carta para o Capelão do Carmelo, em que ele chamou-o novamente, desta vez como um comando de "em obediência" para sair do Carmelo até 7 de Março e estar na Sede Distrital de Stuttgart até 8:00 pm. Esta carta foi entregue ao Capelão em 5 de Março por meio de "carta registrada".

A Madre Prioresa voltou-se então, pessoalmente, para o Padre Schmidberger e perguntou-lhe educadamente para que deixasse o Capelão pelo menos até a Páscoa no Mosteiro, caso contrário, especialmente após a retirada ilegal da Irmã externa, ela seria incapaz de acreditar na pureza da sua intenção e, portanto, das intenções da FSSPX. A resposta veio em torno de 6 de Março: É direito do Superior do Distrito transferir os padres acordo com sua vontade; ele não tem qualquer responsabilidade pela fuga da Irmã externa. Além disso, a remoção da externa era necessário para os nervos e, além disso, ele sente muita falta de humildade das Carmelitas remanescentes de Brilon-Wald.

Se um ladrão quer levar uma cidade ou fortaleza, ele se dá ao trabalho primeiro de cortar o fornecimento. Algo semelhante aconteceu aqui. Após a remoção da Irmã externa, que foi responsável por fornecer os meios de subsistência, agora o Capelão deve ser removido e, assim, os meios espirituais de subsistência deveriam ser cortados. O Reverendo Padre Superior do Distrito obviamente tentou muito agarrar o Carmelo de Brilon-Wald, muito pelo contrário de sua afirmação em 1991 (outra possibilidade de apreensão não foi dada, pois a propriedade do Carmelo com os seus edifícios, Mosteiros, Capela e Casa Espiritual estava sob posse das Freiras). 

Todos os seus protestos de inocência foram em vão. Pois o direito de mover um padre não inclui o direito de abandonar um Mosteiro sem um alimento espiritual e infligir em certo sentido, um interdito, apesar do fato de que elas não foram consideradas culpadas de qualquer crime. E o rapto de uma Freira de seu Mosteiro por um sacerdote que está sob sua própria autoridade e que acomodou esta freira fugitiva em sua própria casa, é impossível de ter acontecido sem o consentimento dele, especialmente porque ele defendeu este procedimento ilegal.


A ruptura inevitável

A situação era clara para as Carmelitas. Elas informaram Mons. de Galarreta que ele não tem que preocupar-se mais. Sob tais circunstâncias, a colaboração com essas pessoas era impensável. Também ficou claro para o Capelão que ele não poderia seguir o comando do Superior Distrital. Pois comandos absurdos e injustos não são obrigatórios. O comando era absurdo, pois no curto período de menos de três dias era impossível para o [diretor] espiritual organizar todos seus problemas, embalar suas coisas e organizar sua mudança. O comando foi injusto pois foi obviamente destinado a privar as Carmelitas de Brilon-Wald da Santa Missa e dos sacramentos.

De fato, o Superior Distrital acanhadamente prometeu em seu "correio registado" para oferecer um "substituto" para  [direção] espiritual, mas na "data marcada" de 7 de Marco, nada se via ou ouvia deste "substituto". Pelo menos até a Páscoa a assistência espiritual para as irmãs deveria ter sido assegurada, e mesmo além por um período razoável, a fim de dar as freiras a oportunidade de encontrar um novo Capelão. Afinal o Carmelo não era culpado de nenhum delito, simplesmente fez uso de seu próprio direito e, portanto, não havia nenhuma razão para qualquer punição - especialmente não em vista dos incontáveis
​​méritos que o mosteiro tinha adquirido para o Distrito Alemão em quase trinta anos.

É naturalmente esperar que a FSSPX espalhe todos os tipos de insultos e calúnias contra o Carmelo em Brilon-Wald e pelo menos fale mal dela, uma vez que não podem vencê-las. Em segundo lugar, pode-se supor que o Capelão será excluído da FSSPX devido a "desobediência". Mas é preciso obedecer mais á Deus do que os homens. "In Deo laudabo verbum, in Domino laudabo sermonem: in Deo speravi, non timebo quid faciat mihi homo" (Sl 55,11).

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sai dela, povo meu!!!





Amigos, salve Maria.



O Patriarca (?) Católico Bizantino Elijah, responsável pelo patriarcado ucraniano que declarou recentemente a vacância da sede, publicou interessante vídeo com a devida tradução para o espanhol.

Em suas palavras Elijah nos conta que este modelo de patriarcado cria raízes e outros estão surgindo em países como Bulgária, Sérvia, Romênia, Turquia e Israel. Isso significa que o Oriente começa a levantar interessante resistência a apostasia conciliar, que poderá, ou não, gerar bons frutos. Vamos aguardar para ver o que acontece.

Elijah disse também que esta “Roma” que aí está, apóstata, deve “seguir passos concretos de arrependimento, cancelando a beatificação de João Paulo II" e condenando as “heresias da teologia histórico-crítica”, além do “sincretismo de Assis”. Caso isso não acontece não apenas Bento mas também Francisco continuarão sobre o “anátema – maldição – de Deus segundo Gal 1, 8 – 9”.

Outra coisa interessante é a sugestão para que católicos do mundo todo junto com sacerdotes “valentes” (o que não inclui Paulo Ricardo) chamem a ordem os bispos exigindo que estes “renunciem as heresias contemporâneas e ao Espírito de Assis”. Caso eles se mantenham em um “silêncio hipócrita”, “anátema sit”.

Muito bom mesmo!!!




O vídeo vale a pena ser assistido. Abaixo coloco a profissão de fé sugerida a ser feita por parte daqueles que se desviaram da fé católica ou são suspeitos de fazê-lo. Gostaria de ver padre Ratzinger fazendo esta profissão de fé, o que considero impossível, pois os ucranianos foram certeiros e colocaram justamente as heresias dos modernistas como ele. 

Cordialmente,

Sandro de Pontes



Fórmula de la confesión de fe:

1) ¿Cree que el Señor Jesucristo murió en la cruz por nosotros, lo que significa incluso por usted y sus pecados? ¿Cree que al tercer día resucitó histórica y realmente?

Respuesta: Sí, creo.

2) ¿Creo que solo hay salvación en Jesucristo?

Respuesta: Sí, creo.

3) ¿Renuncia a la teología histórica-crítica y al espíritu de ateísmo que está tras ella?

Respuesta: Sí, renuncio.

4) ¿Renuncia al espíritu de Nostra aetate y también al así llamado espíritu de Asís (el espíritu del Anticristo)?

Respuesta: Sí, renuncio.

5) ¿Renuncia al espíritu de la ideología de género y a la justicia juvenil relaciona con ella?

Respuesta: Sí, renuncio.

6) ¿Considera pecaminosa la visión homosexual y como abominación y pecado mortal la actividad homosexual?

Respuesta: Sí, así las considero.

7) ¿Renuncia a Satanás y a los demonios, especialmente a aquellos que trabajan hoy a través de medios encubiertos como la magia, la adivinación y el espiritualismo (la homeopatía, la acupuntura, la hipnosis, la adivinación por péndulo…), y al espíritu de la Nueva Era?

Respuesta: Sí, renuncio.

8) ¿Renuncia al espíritu relacionado con los masones, el club Rotario, el Club de Leones y cualquier forma de cooperación con ellos?

Respuesta: Sí, renuncio.


Firma _____________________ Fecha ______________ 2013 A.D.