Amigos, salve Maria.
Disse Bento XVI ao embaixador do Irã no último dia 29 de outubro, em audiência no Vaticano:
“A fé no único Deus deve aproximar todos os crentes e animá-los a trabalharem juntos na defesa e promoção dos valores humanos fundamentais; entre eles, os direitos universais, a liberdade religiosa e a liberdade de consciência ocupam um lugar fundamental, porque são fonte das demais liberdades”.
http://www.zenit.org/article-23146?l=portuguese
Ora, sabemos que a liberdade religiosa e de consciências foram amplamente condenadas pela Igreja. Inclusive a liberdade de consciência foi chamada de “erro corrupto”. Vejamos:
Delírio da liberdade de consciência
10. Dessa fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e defende a liberdade de consciência. Este erro corrupto abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estendo por toda parte, chegando a imprudência de alguém se asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma, do que a liberdade do erro! dizia Santo Agostinho (Ep. 166). Certamente, roto o freio que mantém os homens nos caminhos da verdade, e inclinando-se precipitadamente ao mal pela natureza corrompida, consideramos já escancarado aquele abismo (Apoc 9,3) do qual, segundo foi dado ver a São João, subia fumaça que entenebrecia o sol e arrojava gafanhotos que devastavam a terra. Daqui provém a efervescência de ânimo, a corrupção da juventude, o desprezo das coisas sagradas e profanas no meio do povo; em uma palavra, a maior e mais poderosa peste da república, porque, segundo a experiência que remonta aos tempos primitivos, as cidade que mais floresceram por sua opulência, extensão e poderio sucumbiram, somente pelo mal da desbragada liberdade de opiniões, liberdade de ensino e ânsia de inovações" (Gregório XVI, encíclica Mirari Vos. O negrito é meu).
E também a Quanta Cura:
3. (...) E com esta idéia do governo social, absolutamente falsa, não hesitam em consagrar aquela opinião errônea, em extremo perniciosa à Igreja católica e à saúde das almas, chamada por Gregório XVI, Nosso Predecessor, de feliz memória, loucura, isto é, que "a liberdade de consciências e de cultos é um direito próprio de cada homem, que todo Estado bem constituído deve proclamar e garantir como lei fundamental, e que os cidadãos têm direito à plena liberdade de manifestar suas idéias com a máxima publicidade - seja de palavra, seja por escrito, seja de outro modo qualquer, sem que autoridade civil nem eclesiástica alguma possam reprimir em nenhuma forma". Ao sustentar afirmação tão temerária, não pensam nem consideram que com isso pregam a liberdade de perdição, e que, se se dá plena liberdade para a disputa dos homens, nunca faltará quem se atreva a resistir à Verdade, confiado na loquacidade da sabedoria humana mas Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo ensina como a fé e a prudência cristã hão de evitar esta vaidade tão danosa.
Disse Bento XVI ao embaixador do Irã no último dia 29 de outubro, em audiência no Vaticano:
“A fé no único Deus deve aproximar todos os crentes e animá-los a trabalharem juntos na defesa e promoção dos valores humanos fundamentais; entre eles, os direitos universais, a liberdade religiosa e a liberdade de consciência ocupam um lugar fundamental, porque são fonte das demais liberdades”.
http://www.zenit.org/article-23146?l=portuguese
Ora, sabemos que a liberdade religiosa e de consciências foram amplamente condenadas pela Igreja. Inclusive a liberdade de consciência foi chamada de “erro corrupto”. Vejamos:
Delírio da liberdade de consciência
10. Dessa fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e defende a liberdade de consciência. Este erro corrupto abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estendo por toda parte, chegando a imprudência de alguém se asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma, do que a liberdade do erro! dizia Santo Agostinho (Ep. 166). Certamente, roto o freio que mantém os homens nos caminhos da verdade, e inclinando-se precipitadamente ao mal pela natureza corrompida, consideramos já escancarado aquele abismo (Apoc 9,3) do qual, segundo foi dado ver a São João, subia fumaça que entenebrecia o sol e arrojava gafanhotos que devastavam a terra. Daqui provém a efervescência de ânimo, a corrupção da juventude, o desprezo das coisas sagradas e profanas no meio do povo; em uma palavra, a maior e mais poderosa peste da república, porque, segundo a experiência que remonta aos tempos primitivos, as cidade que mais floresceram por sua opulência, extensão e poderio sucumbiram, somente pelo mal da desbragada liberdade de opiniões, liberdade de ensino e ânsia de inovações" (Gregório XVI, encíclica Mirari Vos. O negrito é meu).
E também a Quanta Cura:
3. (...) E com esta idéia do governo social, absolutamente falsa, não hesitam em consagrar aquela opinião errônea, em extremo perniciosa à Igreja católica e à saúde das almas, chamada por Gregório XVI, Nosso Predecessor, de feliz memória, loucura, isto é, que "a liberdade de consciências e de cultos é um direito próprio de cada homem, que todo Estado bem constituído deve proclamar e garantir como lei fundamental, e que os cidadãos têm direito à plena liberdade de manifestar suas idéias com a máxima publicidade - seja de palavra, seja por escrito, seja de outro modo qualquer, sem que autoridade civil nem eclesiástica alguma possam reprimir em nenhuma forma". Ao sustentar afirmação tão temerária, não pensam nem consideram que com isso pregam a liberdade de perdição, e que, se se dá plena liberdade para a disputa dos homens, nunca faltará quem se atreva a resistir à Verdade, confiado na loquacidade da sabedoria humana mas Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo ensina como a fé e a prudência cristã hão de evitar esta vaidade tão danosa.
Interessante que Gregório XVI disse que muito chegam a "a imprudência de asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião", que é também o que defende Bento XVI e que defendeu João Paulo II, pois este também declarou:
“(…) O Concílio Vaticano encarregou de novo a Igreja de promover a dignidade da pessoa humana, enumerando as exigências da dignidade natural. E assim declarou que a pessoa humana "tem direito à liberdade religiosa" (Dignitatis humane, 2): Neste documento sente-se o Concílio aliado a milhões de pessoas no mundo, que muito sinceramente abraçam em todas as suas APLICAÇÕES PRÁTICAS o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas: "Cada um tem o direito à liberdade de. pensamento, consciência e religião..." Alocução de João Paulo II aos Bispos da Índia em visita ad limina, 23 de junho de 1979.
Fonte:
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/speeches/1979/june/documents/hf_jp-ii_spe_19790623_ad-limina-india_po.html
Fonte:
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/speeches/1979/june/documents/hf_jp-ii_spe_19790623_ad-limina-india_po.html
Abraços a todos,
Sandro



